há dias em que estar calada, não é opção...
Domingo, 16 de Novembro de 2008

Abri o livro e li uma página ao acaso:

 

Pensar que o amor nos vai salvar, que vai resolver todos os nossos problemas e proporcionar-nos um contínuo estado de felicidade ou segurança, mantém-nos apenas atolados em fantasias e ilusões e debilita o autêntico poder do amor, que é o poder de nos transformar-mos.

E nada é mais esclarecedor do que estar com o outro a partir desse ponto de vista. Nada é mais extraordinário do que sentir a própria transformação ao lado da pessoa amada.


Em vez de procurar refúgio numa relação, poderíamos aceitar o seu poder de nos despertar naquelas zonas em que estamos adormecidos e onde evitamos o contacto claro e directo com a vida: a virtude de nos pôr em movimento para a frente, mostrando-nos com clareza em que aspecto devemos crescer.

Para que as nossas relações prosperem, é necessário que as vejamos de outra maneira: como uma série de oportunidades para ampliar a nossa consciência, descobrir uma verdade mais profunda e tornar-nos humanos num sentido mais pleno.


E quando me torno um ser completo, que não precisa de outro para sobreviver, certamente irei encontrar alguém completo com quem partilhar o que tenho e o que ele tem.

Este é, de facto, o sentido do casal: não a salvação, mas o encontro. Ou, melhor dizendo, os encontros.

Eu contigo.

Tu comigo.

Eu comigo.

Tu contigo.

Nós com o mundo.

(Jorge Bucay e Silvia Salinas - amar de olhos abertos)

 

Depois acredito que sim e porque sim...

publicado por engel às 15:33
sinto-me: relaxada

Uma vez fui a um casamento, daqueles em que noiva se casou para sair da casa dos pais e porque a sociedade exigia que se casasse para deixar de trabalhar. No dito imaginei que o padre iria dar mais uma das suas secas... já que era tio da dita noiva! Surpreendentemente o padre afirmou que o casamento não era duas pessoas comerem do mesmo prato, mas antes comerem em dois pratos lado a lado, cada um respeitando o prato do outro e partilhando a mesma mesa, com alegria.
Fiquei contente por alguém ser capaz de dizer coisas bonitas sobre a não perda da identidade quando duas pessoas se juntam para viverem em conjunto... gostem-se muito ou pouco!
Larissa a 22 de Novembro de 2008 às 22:11



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